domingo, novembro 19, 2006

Mortal Kombat Armageddon


Scorpion, Sub-Zero, Reptile, Rain, Ermac, Chameleon, Noob, Smoke, Cyrax, Sektor. Stryker, Kabal, Dairou, Jarek, Darrius, Reiko, Fujin, Bo'Rai Cho, Mavado, Hotaru. NightWolf, Mokap, J. Cage, Kano, Jax, Kai, Kenshi, Shujinko, Hsu Hao, Kobra. Custom*, Daegon, Liu Kang, Kung Lao, Shang Tsung, Quan Chi, Shinnok, Rayden, Taven, Custom*. Sonya, Kitana, Mileena, Jade, Ashrah, Li Mei. Tanya, Frost, Sindel, Nitara, Kira, Sareena. Sheeva, Baraka, Motaro, Havik, Drahmin, Moloch. Meat, Shao Kahn, Goro, Kintaro, Onaga, Blaze.
* É o personagem que você cria no modo de criação de personagens.
Khameleon está fora da versão PS2 e X-Box, apenas para Wii, mas sua presença não foi confirmada oficialmente, só a ausência mesmo.
Agora uma análise definitiva sobre o jogo, by François.
Dia 09 de Outubro lançou o Mortal Kombat Armageddon, o qual traz (quase) todos os personagens da série, e ainda apresenta 2 novos personagens, que tem sua apresentação muito bem feita através do modo Konquest, que foi reformulado mais uma vez. Além disso o game traz outros atrativos, como a nova jogabilidade (que para mim está melhor), um mini game super divertido, que me rendeu muitas risadas nesse ultimo fim de semana, e mais um novo recurso, chamado Kreate A Fighter, que te dá total liberdade para montar seu personagem do jeito que quiser, indo desde a aparência, até uma Biografia escrita por você.
Gráficos:
Os gráficos estão com a mesma qualidade do Mortal Kombat Deception (alta), e os personagens do Mortal Kombat Deadly Aliance estão mais detalhados, o que se pode perceber claramente na roupa alternativa do Quan Chi. Os cenários estão maiores, com a mesma qualidade gráfica, mas artisticamente estão abaixo dos cenários do Mortal Kombat Deception que tem o cenário Chamber of Artifacts, que é o cenário mais lindo que já vi em um jogo de luta.
No modo Konquest os gráficos estão bem bonitos também, e bem superiores ao modo Konquest passado, onde os personagens eram extremamente simples, agora eles estão cheios de detalhes e com uma resolução maior.
No Motor Kombat, os gráficos estão normais, nada que se possa dizer magnífico, e muito menos feio, simplesmente estão normais. Mas os carrinhos estão bem legais, cada um com uma característica referente ao seu piloto, como por exemplo o carro de neve do Sub-Zero.
Som:
Um dos pontos fortes da série MK são as músicas, a maioria de autoria do grande Dan 'toasty' Forden. E no MKA, as músicas continuam bem feitas, e bem adequadas ao clima do jogo e do cenário em que a luta se passa.
Os efeitos sonoros são iguais ao Mortal Kombat Deception, e estão legais, não está faltando nada.
No modo Konquest o som está ótimo também, e as dublagens estão legais, e um pouco melhores que no Mortal Kombat Deception, apesar de sempre parecer o mesmo dublador, com a voz modificada via software.
No Motor Kombat, está normal, nada faltando, e nada tão espetacuklar, está no mínimo, adequado.
Jogabilidade:
Eu acho a jogabilidade do Mortal Kombat Deception ótima, e a do Mortal Kombat Armageddon está bem melhor e diferente. Os combo breakers voltarem iguais, ainda com o limite de 3 por luta. E além disso o game conta com o movimento "Parry" que é parecido com o breaker, que apesar de uso ilimitado, é mais difícil de acertar, pois necessita de uma timing adequado, e não funciona contra qualquer movimento, diferente do breaker.
Agora o game conta com um novo elemento chamado Air Kombat. Se você fizer um golpe Pop-up, você pode pular e dar um combo no inimigo antes dele cair, mas ele também tem chance de se defender, e no caso de você dar um pulo ele pode te pegar no ar, fi uma ótima adição, fazendo o jogo ficar mais rápido e movimentado que antes.
Os "throws" (agarrões) foram refeitos e estão muito mais legais, principalmente o do Scorpion, que arremassa o inimigo para cima, e pega-o com o arpão no ar, e depois de puxa-lo dá um chute na cara do inimigo, antes dele chegar.
Muitos golpes novos foram adicionados aos personagens, por exemplo o Sub-Zero que recebeu seu gelo para cima novamente (golpe não visto mais desde o MK3). Um dos problemas do Mortal Kombat Deadly Aliance é a excasses de golpes por personagem tendo uns 3 por personagem. Agora os personagens vindos do MKDA, estão cheio de golpes novos e além disso são muito legais, fiquei muito feliz com o golpe do pisoteio do Quan Chi, que estava ausente no MKDA, e além disso até o movimento de roubar a arma do inimigo está presente novamente. Eu lembro no MK4, que eu ensinava meus amigos a pegarem a arma do persongem deles, e então fazia o comando do Quan Chi de roubar a arma.
Além disso os cenários estão mais interativos do que antes, além de alguns teram armas para pegar, os cenários tem stage fatalities variados, e elementos que podem ajudar você a tirar um pouco de sangue do adversário, por exemplo no cenário Tekunin Warship, onde você pode jogar o inimigo em uma espécie de computador que fica na parede e então o adversário leva choque.
Os personagens estão variados entre si, com poucas mesmice, o máximo que se pode notar são 2 armas que são repetidas: O nunchako usado por Johnny Cage e Liu Kang, e as Hook Swords, usadas por Kabal e Mavado.
E os fatalities mudaram, não se tem mais fatalities exclusivos por personagens, agora você pode fazer um série de movimentos, e fazer seu próprio fatality. Você pode fazer uma sequencia de até 12 movimentos, lembrando que só é considerando fatality depois que a cabeça do inimigo é arrancada.
A jogabilidade do modo Konquest está legal, muito mais elaborada que o Konquest do MKD, mas não é tão divertido como o Mortal Kombat Shaolin Monks, que tem uma jogabilidade muito mais elaborada. É mais adequado comparar esse modo com o Mortal Kombat Special Forces.
Konquest Mode:
O modo Konquest explica a estória do Armageddon, Blaze e os dois novos personagens da série: Taven e Daegon. Agora as batalhas acontecem em tempo real, como no MKSF podendo pegar armas para acabar com eles rapidamente, e se eles ficarem tontos você pode arrancar a cabeça deles rapidamente, sem a encenação toda do MKSM, e sim com a rapidez do MKSF.
Durante a aventura, você vai se deparar com muitas armadilhas mortais, fazendo referência ao Mortal Kombat Mythologies Sub-Zero, e as mortes são bem legais, se algo atingir seu pscoço sua cabeça é arrancada, assim como pode acontecer com seu tronco e suas pernas, CUIDADO!!!! Isso se você não for esmagado...
Você também pode encontrar monstros no meio do caminho, como por exemplo o Yeti, e um inimigo muito legal: Shao Kahn Colossus (uma estátua gigante do Shao Kahn), que requer uma maneira especial para ser derrotado...
O problema do modo é que eles poderia ser muito mais longo, e ter a participação de mais personagens da série, além disso a interação existente no Konquest do MKD acabou, você não pode mais sair por aí conversando com todo mundo, até porque não tem ninguém para conversar. E, ainda, acabaram os tutoriais, você não tem mais as aulas existentes nos Konquests anteriores.
Mas vale apena jogar esse modo, principalmente por causa da estória.
Motor Kombat:
Excelente adição (ou melhor, substituição) à série, o modo conta com 10 personagens e 5 arenas, cada personagem tem um especial característico, e as pistas são cheias de Deathtraps. Esse modo vale para quando você quiser se divertir um pouco sozinho, ou se divertir MUITO com um amigo do lado, é muito engraçado as disputas, que de tão acirradas a CPU acaba vencendo, por um jogador querer atrasar o outro, é muito comédia. Diversão divertida, lembrando que se pode jogar em até 4 players, ou 8 player em online-play.
O problema foi ter tirado o Chess e o Puzzle Kombat, o que custava mante-los?
Kreate a Fighter:
Esse modo é excelente, existe muitos items para você dar um look especial a sem personagem, além da parte jogável ser totalmente customizável, podendo escolher os modos de luta, nomeá-los, escolher os combos e golpes, ou seja quase tudo é customizavel, a não ser os botões de comando que são pré programados, não se pode escolher o arpão so Scorpion e escolher a sequencia "Trás - frente - quadrado", obrigatoriamente ela será "trás - frente - triângulo".
Além disso você pode escrever uma biografia para seu personagem, que vai aparecer no final do personagem no Arcade mode, ou ser lido na jogatina online.
The Krypt:
A kripta mudou, agora são "caixas na parede de uma sala, quanda parede tem um tipo de conteudo (musicas, cenários, roupas alternativas, esboços, fotos, vídeos, etc). Existem menos itens para abrir do que o MKD, mas agora o conteudo todo é do MKA (no MKD tem fotos de todos os jogos da série). A moeda é unica, não mais os 6 tipos do MKD e MKDA, e além do mais são muito fáceis de conseguir. E, ainda, você pode economizar muito dinheiro, destrancando as coisas via Konquest Mode.
Além disso não tem suspense, você pode ver o que está comprando, e ainda são mais baratos do que antes.
Enredo:
Aqui o enredo não é muito forte, tanto que os personagens nem biografia tem, pois seria muito difícil explicar tantas ressureições. Mas a estória do Armageddon envolvendo Taven e Daegon é bem bolada e faz todo o sentido, e não foge do clima da o enredo da série Mortal Kombat. Assim como o Mortal Trilogy, MKA foge à cronologia da série.
Cenários:
Os cenários estão maiores, e muito mais interativos. O cenário The Subway está de volta, para a felicidade dos fans do MK3. Além disso os cenários estão muito maiores, com mais níveis. Além de terem muitos novos Stage Fatalities, o único problema é a ausência dos cenários do MKD, que artisticamente eram bem mais bonitos.
O game conta com 34 cenários.
O que não gostei:
- Ausência do Chess Kombat, Puzzle Kombat, Test Your Might e Test Your Sight.
- O fato de ter uma roupa alternativa, juntando o materia do MKD e MKDA o Scorpion poderia ter 3 roupas alternativas, Raiden e Sub-Zero poderiam ter 2.
- A falta de movimentos exclusivos por personagem no Kreate a Fatality.
- O tempo do Konquest, poderia durar muito mais tempo.
- Quase todos os personagens abertos, minha idéia era começar com os 7 do MKI.
- Só um personagem por profile, apesar de ser fácil fazer vários profiles.
Acho que é isso, só sei que o Mortal Kombat é um jogão, e vou jogar por muito tempo, quero ser bom com todos os personagens, assim como sou no Mortal Kombat Trilogy e Mortal Kombat 4.
Em breve meus personagens criados.
falow

sábado, junho 10, 2006

Mechanical Animals


Lançamento: 15/09/1998
Nothing/Universal Music
Faixas:
1. Great Big White World
2. The Dope Show
3. Mechanical Animals
4. Rock Is Dead
5. Disassociative
6. Speed Of Pain
7. Posthuman
8. I Want to Disappear
9. I Don't Like The Drugs (But The Drugs Like Me)
10. New Model N°15
11. User Friendly
12. Fundamentaly Loathsome
13. The Last Day On Earth
14. Coma White

Este é o terceiro album do Marilyn Manson, e é bem diferente do seu antecessor. Aqui há mudança no estilo sonoro, nas letras, e até no visual do Marilyn Manson. Aqui é tudo mais "claro", fugindo um pouco do estilo "dark" do AntiChrist Superstar. Inicia-se a era OMEGA.

A primeira diferença que você nota ao ouvir esse album, é que as músicas são bem refinadas e mais leves, elas são bem caprichadas e harmônicas. Porém há muita diferença entre uma faixa e outra, como é costume do artista. Há músicas pesadas, como "Rock is Dead", (mas mesmo assim não é tão pesada como "The Beautiful People" ou "Lunchbox", dos albuns anteriores), músicas bem leves, enfatizando o violão e a voz de Marilyn Manson, como pode ser observado na música "Speed Of Pain", e tem até uma música que parece uma balada dos anos 80, "Fundamentaly Loathsome".

A mudança nas letras também pode ser observada, continua tendo críticas à religião, mas desta vez não é o foco principal, esse CD critica mais a sociedade em geral. Nas letras são citadas as drogas, manipulação da mídia (vide clipes de "The Dope Show" e "I Don't Like The Drugs"), religião, entre outras coisas. Vale destacar que as letras são bem subjetivas, dando margem para inúmeras possíveis interpretações.

Na era Omega, Marilyn Manson incorpora outro personagem, de um mundo paralelo, onde tudo é perfeito, só que ele foi "expulso" desse mundo e veio para o nosso, onde seria tudo o contrário. "You were from a perfect world, a world that threw me away today" este é um trecho da música "Coma White", uma das melhores do album. Este personagem que ele incorpora é o Omega, que é um persongem andrógino, indefinido. Nas letras há passagens como se ele estivesse se referindo a outra pessoa, com pronomes como "She" e "You". Supostamente esse outro ser é o Alpha, que vive no mundo paralelo, que é o perfeito. Lembrando da história que Alpha e Omega são coisas que se completam, "Alpha e Omega, princípio e fim".

Outra hipótese é que ele tenha criado esse mundo perfeito, para "fugir" desse onde vivemos. E talvez as várias citações de drogas sejam para ajudar nesse imaginação do mundo perfeito, ou seja alucinações. "Use up your drugs, and make me come", trecho da música "I Want to Disappear".

Uma coisa que eu descobri agora, é que "Coma White" é a garota que ele conversa nas músicas. E Coma White é na verdade a euforia causada pela cocaína. Então, talvez, esse mundo que ele cite e essa garota a qual ele conversa, sejam frutos das alucinações causadas pelas drogas, e na verdade as drogas são a fuga, para esse mundo que está cada vez se destruindo. "O mundo está se destruindo?" Acho que é isso que ele quer dizer na música "Last Day on Earth".

Cara, esse CD é excelente porque ele mexe com sua imaginação, é bom deitar ouvindo o CD num disk-man e viajar nas músicas, e ao contrário do que as músicas dizem, NÃO USE DROGAS, apenas viaje ouvindo e prestando atenção nas músicas.

Agora voltando ao planeta Terra, hehehe. Como eu disse o CD é leve e refinado, ao contrário do AntiChrist Superstar. Não é dos meus favoritos, mas eu não nego a excelência do album, só que drogas não é o meu assunto preferido, já que virei fan de Manson pelas letras direcionadas à religião.

A música Rock Is Dead é a que mais foge do padrão Mechanical Animals e se aproxima do estilo Antichrist Superstar, tanto em sonoridade como em letra, já que ela critica a religião. Essa múscia faz parte do Soundtrack do filme Matrix. E no clipe aparece cenas do filme.

Agora falando em clipe, um clipe que foge dos visuais do album, é o Coma White, que foi o último lançado na era Omega. Coma White é, na verdade, uma introdução a um dos temas abordados no album seguinte: Holy Wood (In The Shadow Of The Valley Of Death).

Bom é isso, que eu tenho a dizer sobre Mechanical Animals, que foi o album mais vendido do Marilyn Manson.

Ainda na era Omega, o Manson lançou um disco ao vivo, que se refere à turnê mundial "Last Tour On Earth" que também é o nome do Cd.

O disco foi lançado no dia 16 de novembro de 1999, e trouxe a faixa inédita "Astonishing Panorama Of The Endtimes", que é uma música bem pesada e rápida. As outras faixas são músicas dos 3 albuns lançados até então. O CD é de altissima qualidade, pois Marilyn Manson humilha em suas performances ao vivo, e isso é incontestável. As faixas desse Cd são as seguintes:
1. Intro
2. Reflecting God
3. Great Big White World
4. Get Your Gunn
5. Sweet Dreams/Hell Outro
6. Rock Is Dead
7. The Dope Show
8. Lunchbox
9. I Don't Like The Drugs (But The Drugs Like Me)
10. AntiChrist Superstar
11. The Beautiful People
12. Irresponsible Hate Anthem
13. The Last Day On Earth
14. Astonishing Panorama of The Endtimes

É isso, agora aguardem o próximo review.

segunda-feira, dezembro 26, 2005

AntiChrist Superstar



Lançamento: 08/10/1996
Interscope
Faixas:
Cycle I - The Heirophant
1. Irresponsible Hate Anthem
2. The Beautiful People
3. Dried Up, Tied ande Dead to the World
4. Tourniquet
Cycle II - Inauguration of the Worm
5. Little Horn
6. Cryptorchid
7. Deformography
8. Wormboy
9. Mister Superstar
10. Angel With the Scabbed Wings
11. Kinderfeld
Cycle III - Disintegrator Rising
12. Antichrist Superstar
13. 1996
14. Minute of Decay
15. Reflecting God
16. Man That You Fear

O segundo álbum do Marilyn Manson, que eu considero o segundo melhor CD da história, é o primeiro album de uma trilogia que passa por Mechanical Animals e acaba em Holy Wood (In The Shadow Of The Valley Of Death). Dessa vez Manson trás um som mais pesado que o do álbum anterior, puxando pro industrial e ficando ainda mais pesado no Cycle III - Disintegrator Rising, apesar de acabar numa música relativamente leve.

O tema abordado no álbum é, principalmente, religião, como se pode notar no título. Se analizarmos bem as letras notaremos diretas ligações com passagens bíblicas, lembrando que o Manson estudava em um colégio interno católico na sua infância e adolescência. Por exemplo o trecho da música AntiChrist Superstar: "prick your finger it is done/ the moon has now eclipsed the sun/ The angel has spread its wings/ the time has come for bitter things" lembra o trecho da bíblia: "E o nome do anjo chama-se Absinto. E um terço das águas transformou-se em absinto, e muitos dos homens morreram por causa das águas, porque foram feitas amargas." (Apocalipse 8:11). Outra ligação que eu notei foi o clipe de Man That You Fear, se você ver você vai notar facilmente, no clipe mostra a cerimônia de apedrejamento de Marilyn Manson, que lembra o apedrejamento de Maria Madalena e tal.

Manson critica a sociedade nesse album também, e responde às críticas em Irresponsible Hate Anthem com "Fuck it" e "I wasn't born with enough midle fingers" e dá uma cutucada nos religiosos com "let's just kill everyone and let your God sort them out". Irresponsible Hate Anthem é uma música bastante tocada nos shows apesar dela não ganhar um clip para TV, é uma música bem agitada e pesada, perfeita para a abertura de AntiChrist Superstar.

Marilyn Manson cita o defeito das pessoas em seguirem modas para ficarem "bonitinhos e adequados aos padrões da sociedade" em The Beautiful People. Dando um cutucãozinho na igreja no trecho "It's all relative to the size of your steeple". Na música ele cita capitalismo, consumismo e etc, muito comum na sociedade americana e que a nossa tenta imitar. Essa música é o "carro-chefe" do álbum, ela tem uma sonoridade forte, agitada e pesada, e tem um clipe bem psicodélico.

Em Little Horn ele cita a TV e diz "Burn out before it grows". Marilyn Manson diz que a TV é a pior influência para os jovens, e o pior é que a TV é um dos meios que pregam que o Manson é a pior influência. Bom, eu concordo com o Manson...
Aliás Little Horn é a primeira faixa do Cycle II - Inaugurantion of the Worm, as músicas desse ciclo são recheadas de voz "infatis" simbolizando uma larva, seria o nascimento do Anti-Cristo? Na faixa Cryptorchid tem o mesmo trecho da Antichrist Superstar que eu citei no começo deste post, porém ela é cantada com uma voz de criança.

Em Wormboy as vozes infantis continuam, principalmente cantando "then i got my wings and i never even knew it when i was a worm, thought i wouldn't get through it...", estaria esse verme amadurecendo? Talvez.
Esse mesmo trecho é repetido duas vezes na música Kinderfeld, sendo que na ultima ela é cantada com a voz normal do Manson, finalmente ele amadureceu, bem na ultima faixa do ciclo. E nessa faixa ele cita o seu avô, sim, o lendário Jack que tinha coleção de artigos pornô, diz a lenda que esse homem era pirado, Manson já se referiu a ele como "o Diabo em pessoa".

Agora que já se foi a inaguração do verme é hora do próximo ciclo: Cycle III - Disintegrator Rising.
É aqui que o álbum pega fogo, começando com AntiChrist Superstar, onde ele fala de arrependimento, coisas amargas e etc, que eu entendi como uma alusão ao armagedon. No final dessa música se ouve em coro: "The time has come it is quite clear/ our Antichrist is almost here...". Ele estaria anunciando a chegada do Anti-Cristo. Na música ele diz que é a Hydra (monstro mitológico de várias cabeças), por isso se ouve as frases com vozes esquisitas, seriam as vozes das outras cabeças. Essa música tem um ótima sonoridade sendo tocada em ritimo de Rock-Industrial, também é uma música tocada bastante em shows, mas que não tem um video-clip.

Se AntiChrist Superstar anunciava a chegada do Anti-Cristo, então essa é nessa faixa que ele chegou: 1996. "Here's your Antichrist Superstar" sim ele chegou..hehehehe... Nessa música ele se diz anti-tudo, até anti-ele-mesmo.

Em Reflecting God ele é mais explícito na sua "crítica" à religião. "Saw heaven and hell were lies", ele diz que o poder está com nós, e para diminuir a população basta um tiro. Reflecting God é uma música pesada, também tocada nos shows e sem clipe.

O álbum termina em uma música lenta: Man That You Fear, que apesar de lenta não sai do clima do álbum. Essa música é um desabafo sobre a importância da vida: "I was born into this everything turns to shit", "I am so tangled in my sins that I cannot escape", "pray now baby, pray your life was just a dream"... é por esses trechos dá para ter uma noção do modo que ele vê a vida.

Esse álbum simboliza o ápice da "ira" de Marilyn Manson, é um excelente álbum que ele só conseguiu superar um vez com um álbum que eu não vou dizer o nome agora, os outros não alcançaram a supremacia de AntiChrist Superstar.

A era Shock ainda teve uma música a mais, que merecia estar no álbum, mas não está porque ele fez depois, estou falando de Long Hard Road Out Of Hell, feita para o filme Spawn - O soldado do inferno, apesar de não estar no álbum ela tem todas as características escontradas no álbum AntiChrist Superstar



No ano seguinte, no dia 25 de novembro, Manson lança o EP "Remix & Repent" com apenas cinco faixas:
1. The Horrible People (um remix de The Beautiful People)
2. The Tourniquet Prosthetic Dance Mix
3. Dried Up, Tied and Dead to the World (Live in Utica, NY)
4. Antichrist Superstar (Live in Hartford, CT)
5. Man That You Fear (Acoustic Requiem for Antichrist Superstar)

Sinceramente acho esse EP dispensável, mas para quem gosta de techno até que ele é bom.

Bom é isso, terminei o review da era Shock, a segunda melhor do Marilyn Manson.

OBS.: A parte que cita a passagem bíblica foi realmente escrita por mim, eu peguei minha bíblia (sim eu tenho, 3 por sinal) e procurei a parte que dizia sobre o absinto, e copiei aqui.´

Então falow e até o review da era Omega.

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Portrait Of An American Family

Agora vou começar a fazer Reviews dos álbuns do Marilyn Manson, se você discordar de alguma coisa que eu escrever, discuta mas não me xingue, ok? Lembrando que esse review é de minha autoria e de opinião pessoal.

Então irei começar pelo começo, com seu primeiro album
Lançamento: 19/07/1994
Nothing/Interscope
Faixas.
1. Prelude (The Family Trip)
2. Cake and Sodomy
3. Lunchbox
4. Organ Grinder
5. Cyclops
6. Dope Hat
7. Get Your Gunn
8. Wrapped In Plastic
9. Dogma
10. Sweet Tooth
11. Snake Eyes and Sissies
12. My Monkey
13. Misery Machine
Esse é o primeiro álbum da banda Marilyn Manson, foi com esse que a banda começou a fazer sucesso nos Estados Unidos, principalmente, por causa do single Lunchbox. Nesse álbum Manson já começa com críticas à religião e à sociedade como pode-se notar nas letras de Cake and Sodomy: "VCR's and vaseline, tv-fucked by plastic queens/ Cash in hand and dick on screen, who said god was ever clean?/ Bible-belt round anglio-waste, putting sinners in their place/ Yeah, right, great if you're so good explain the shit stains on your face", e Get Your Gunn: "Pseudo-morals work real well/ On the talk shows for the weak/ But your selective judgements And goodguy badges/ Don't mean a fuck to me".
Lunchbox fala sobre a época escolar de Brian Warner, ele conta sobre os valentões que o infernizavam, e o ritmo da música é excelente, sem dúvida é a melhor faixa do álbum, seguida de Ge Your Gunn. Outras faixas que eu gosto são Cake and Sodomy, Dope Hat, Dogma que é uma música bem agitada, Misery Machine e My Monkey pelo instrumental.
No ano seguinte, no dia 24 de outubro, é lançado o EP Smells Like Children com remix das músicas de PoaAF e algumas faixas inéditas. Uma delas é o sucesso que levou Marilyn Manson a ser conhecido mundialmente, pois se trata de um cover de uma música européia: "Sweet Dreams (Are Made Of This)" do Eurythmics. Acho que se esse EP tivesse apenas Sweet Dreams já valeria a compra, pois as outras faixas são totalmente dispensáveis, com excessão de "I Put a Spell on You" e "Rock and Roll Nigger".
É isso, esse foi o meu review, da primeira "era" do Marilyn Manson.
Falow e até o próximo review, da era SHOCK.

quarta-feira, novembro 23, 2005

Uma palavra ao meu amorzinho...

CRISTIANE, MINHA GATINHA, EU TE AMO MAIS QUE TUDO E PARA SEMPRE!!!!!!!! VOCÊ É MINHA VIDA E SEM VOCÊ NÃO EXISTO!!!!!!!

quarta-feira, novembro 16, 2005

Novos jogos na minha lista (MKSM & PES5)

Há umas duas semana atrás comprei o Mortal Kombat Shaolin Monks que eu tanto falava, e de quebra comprei um Pro Evolution Soccer 5, já que não peguei o Wining Eleven 9.
O Mortal Kombat Shaolin Monks é um jogo de ação/aventura muito parecido com God of War, só não tem a mesma qualidade gráfica, mas o estilo é o mesmo: varios combos, a aquisição de novas abilidades e golpes, etc...
A história começa no final do Mortal Kombat 1 e passa por todo o Mortal Kombat II considerado pela maioria dos conhecedores da saga MK o melhor da série, porém eu gosto mais do MK4. Eu diria que MKSM é uma versão do MK II de aventura, no jogo você passa por todos os cenários do jogo que fez sucesso nos Arcades em 1992, encontra todos os personagens e até os últimos chefes são os mesmos: Kintaro e Shao Kahn.
Você começa o game podendo escolher entre Liu Kang e Kung Lao (os heróis da história) e posteriormente podendo escolher entre Scorpion e Sub-Zero (não são necessariamente heróis, mas são os mais famosos da série). Uma coisa boa desse jogo é que ele pode ser jogado de dois players co-op, um vai com o Kung Lao e o outro com o Liu Kang, particulamente eu achei muito divertido jogar em co-op, porque os dois vão descobrindo juntos e os combos em conjunto são muito legais de se fazer e de se ver.
Tem também o modo Versus, agora com um novo estilo de batalha: uma batalha na mesma mesma perspectiva do modo principal, como se estivessem jogando o co-op mas os dois têm que se matar, com itens no cenário usados durante a batalha, como armas e recarregadores de "life".
Voltando ao modo estória, o jogo é bem divertido onde você luta com inimigos diferentes, passa por cenários conhecidos do MKII, adquiri novas habilidades, golpes e combos, intera com o cenário, puxando alavancas (eles encaixaram muito bem o Test Your Might aqui), quebrando paredes, usando inimigos para determidada ação (eles não servem só para serem mortos), interagindo com personagens aliados (além do seu companheiro no modo Co-op), usando armas diversas. Além do jogo ser recheado se segredos e coisas para destrancar, como é costume da série na geração atual (quem não lembra dos 676 caixões para abrir no MK Deadly Aliance?) .
E outro atrativo é um extra muito especial que se pode destrancar no jogo. Esse extra é nada mais, nada menos que o Mortal Kombat II, considerado como o melhor da série, direto do Arcade.
Finalizando, MKSM é um ótimo jogo, finalmente um MK de aventura deu certo, apesar de eu gostar muito do MK Mythologies Sub-Zero, mas o MK Special Forces ficou podre demais. Os gráficos dos cenários são muito bons, mas acho que os personagens poderiam ser mais caprichados, o som ficou muito bom também, a jogabilidade excelente e a diversão garantida.
Agora é só fazer 100% no MKSM, depois comprar um jogo novo, será que eu pego Resident Evil 4 ou Soul Calibur III, o que vocês acham?
P.S.: Não fiz análise do PES5 pois imagino que todos conheçam essa obra de arte, mas se alguém quiser eu posto.
Um abraço
falow

domingo, outubro 23, 2005

Pure Soul adicionado aos links

Já está adicionado o blog da minha amiga Jackie Sorel Kyung que conheci no fórum OuterSpace, o qual tambem sou membro. Em seu blog ela publica sobre sua série favorita Soul Edge/Blade/Calibur, e também sobre outros jogos. Ela, como eu, adora games de luta, e eu soube que detonou os guris no Sou Calibur II no encontrão OuterSpace em Sampa. A Jackie tem 23 anos de idade, para quem diz que video-game é coisa de menino criança, aqui está uma mulher adulta pra provar que não é bem assim.
No Pure Soul você encontrará estratégias, segredos, videos, imagem e OST's (Original SoundTracks) da série Soul Edge/Calibur, a melhor série de luta que existe ao lado de Tekken... mas eu ainda prefiro Mortal Kombat, hehehe.

Vale a pena conferir: http://puresoul.gamehall.com.br/site/ ENTREM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abraços e até o Review de Mortal Kombat Shaolin Monks que vou comprar na próxima sexta-feira